19 de novembro de 2006

tempestade no corpo



tal me dei à tempestade do teu corpo

dou-me hoje à natureza para que me leve a ti


mas há um sabor a recusa nos ventos

mudam de rumo. dobram árvores irreais


persiste-me a vontade de seguir-te

corro eu atrás do vento e ele a esquivar-se



oiço a voz do trovão troar de perto

- segue o teu rumo. o tempo não chegou.



deixo cair os braços. não quero. desespero.

soa o silêncio na água do meu rosto



e vem a chuva molhar-me o manto negro

e surge o sol a obrigar-me a viver.



e meu amor assim terá de ser.




foto de przypadek

Comments:
non
só precisei voltar...

hoje, saio daqui encantada com o "silêncio da água", tambám.

beijos

della
 
Olá Non

...conheces pelos dedos
textura das palavras
o
vento
se aproxima
o crepúsculo
do litoral
a tempestade - mudou de ângulo

O
sol
traz o amor
embrulhado
em papel dourado
deposita-o em
tuas mãos.........e


acontece

VIDA......

Beijinhos com carinho

Bom resto de domingo
 
gostei do que li, mais uma vz como sempre

beijos
 
Pois é ... cada vez que leio teus textos gosto mais e mais daqui!

Beijinhossssss
 

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